O tempo passou e o RH vem mudando. Continua o eterno desafio da área de recursos humanos em oferecer á empresa maior conhecimento nas relações empresariais.
Não há dúvidas que a área de Recursos Humanos vem mudando muito nas últimas décadas.
A partir dos anos 80 onde criou uma identidade própria no posicionamento organização das empresas, começou a se fortalecer.
Passou de mero coadjuvante das áreas administrativa/ financeira, a protagonista.
Saiu de uma área com atribuições operacionais e rotineiras, para uma área que descentralizou uma boa parte de suas atribuições aos gerentes das áreas funcionais.
Nesse aspecto em relação a gestão de pessoas (atribuição que no passado lhe pertencia) agora tem a atribuição de apoiar e assessorar, de forma efetiva, os gerentes das áreas funcionais que na realidade são na realidade os gestores de pessoas.
Porém os desafios continuam e hoje se cobra da área uma participação mais constante nas decisões, junto a alta direção, nos negócios da empresa.
Isso, sem dúvida, demanda um maior conhecimento dos processos, do mercado em que a empresa está inserida, clientes, fornecedores, enfim maior conhecimento das relações empresariais.
Com esses aspectos observados, a área de recursos humanos, passa a ganhar credibilidade dentro da própria organização, resultando em um componente estratégico da empresa.
Tem que estar, permanentemente, atenta a cultura organizacional, intervir no clima organizacional, no desenvolvimento gerencial, além de atuar de forma preventiva nas relações no trabalho.
Esse reinventar a gestão ainda é pouco percebido em boa parte das empresas.
O RH deve portanto se ajustar ás estratégias da empresa, através de um alinhamento estratégico, e com isso ter maior possibilidade de ampliar a sua visão do negócio da empresa.
É claro que a área de recursos humanos, não pode ser igual a todas ás empresas, mas em todas as empresas, necessita ocupar seu espaço na medida das necessidades, expectativas, e anseios que a empresa pretende atingir.
A partir dos anos 80 onde criou uma identidade própria no posicionamento organização das empresas, começou a se fortalecer.
Passou de mero coadjuvante das áreas administrativa/ financeira, a protagonista.
Saiu de uma área com atribuições operacionais e rotineiras, para uma área que descentralizou uma boa parte de suas atribuições aos gerentes das áreas funcionais.
Nesse aspecto em relação a gestão de pessoas (atribuição que no passado lhe pertencia) agora tem a atribuição de apoiar e assessorar, de forma efetiva, os gerentes das áreas funcionais que na realidade são na realidade os gestores de pessoas.
Porém os desafios continuam e hoje se cobra da área uma participação mais constante nas decisões, junto a alta direção, nos negócios da empresa.
Isso, sem dúvida, demanda um maior conhecimento dos processos, do mercado em que a empresa está inserida, clientes, fornecedores, enfim maior conhecimento das relações empresariais.
Com esses aspectos observados, a área de recursos humanos, passa a ganhar credibilidade dentro da própria organização, resultando em um componente estratégico da empresa.
Tem que estar, permanentemente, atenta a cultura organizacional, intervir no clima organizacional, no desenvolvimento gerencial, além de atuar de forma preventiva nas relações no trabalho.
Esse reinventar a gestão ainda é pouco percebido em boa parte das empresas.
O RH deve portanto se ajustar ás estratégias da empresa, através de um alinhamento estratégico, e com isso ter maior possibilidade de ampliar a sua visão do negócio da empresa.
É claro que a área de recursos humanos, não pode ser igual a todas ás empresas, mas em todas as empresas, necessita ocupar seu espaço na medida das necessidades, expectativas, e anseios que a empresa pretende atingir.
FONTE: RH PORTAL
Comentário: Bom essa e o novo RH que vamos viver.
ALINE CRISTINA PORTELA

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