quinta-feira, 12 de junho de 2014

Os 25 erros mais comuns nas entrevistas de emprego

1. Certas coisas não podem ser medidas ou avaliadas na entrevista Por mais que o especialista de Recursos Humanos tenha técnicas de entrevista, as habilidades técnicas e a inteligência são medidas de forma mais eficaz através de provas.

2. Usar histórico para prever o futuro As entrevistas tratam do que foi feito no passado. Infelizmente, o que foi feito e a forma como foi feito não antevê o futuro.

3. As perguntas e as competências Nem sempre as questões e os cenários “resolva este problema” são criados de forma independente e não tem relação com alguma competência específica do entrevistador. Não há nada que assegure que a entrevista ponha à prova todas as características – sejam elas boas ou más – do candidato à vaga.

4. Perguntas inconsistentes Na maioria das vezes, não há um “script” de questões por parte dos entrevistadores. Por isso, as perguntas não são as mesmas para cada candidato e fica difícil de compará-los.

5. Peso das perguntas Normalmente, as questões nas entrevistas não são separadas por importância. Então, as perguntas cruciais acabam por ter o mesmo peso das menos importantes.

6. Não há pontuação direta Os recrutadores, na maioria das vezes, baseiam-se na entrevista. Não há uma folha onde eles apontem uma pontuação e comparem com os outros candidatos.

7. Sistema de avaliação Como os recrutadores normalmente baseiam as suas entrevistas no momento, eles não param para pensar o que seria uma resposta má, regular e boa para alguma questão. Como consequência, diferentes candidatos podem dar as mesmas respostas, mas serem avaliadas de maneira diferente.

8. Foco da entrevista O fundamento da entrevista é baseado na premissa de que os candidatos vão ser verdadeiros durante a conversa. No entanto, isso é improvável, porque os candidatos ao cargo podem estar nervosos antes, durante e depois da avaliação. Por isso, os recrutadores acabam por basear as suas escolhas nos erros e não nos aspectos positivos de quem deseja a vaga.

9. Dizer o que quer ouvir Normalmente, os entrevistadores dão a resposta ao que querem ouvir, na maioria das vezes. Isso acaba por facilitar: é só dizer o que eles querem ouvir (os entrevistados, às vezes, omitem informações e mentem).

10. Influências desnecessárias Diversos fatores subjetivos influenciam as decisões de um recrutador, como linguagem corporal, sotaque, altura, forma de cumprimentar, roupa. Os estereótipos, fatores demográficos (raça, sexo, idade, nacionalidade) também influem.

11. Subjetividade da própria entrevista A entrevista, por si só, é algo subjetivo. Uma pessoa que tenha passado por várias terá mais facilidade. Assim como aquela que tenha procurado na Internet dicas de emprego. Porém, isso não significa necessariamente que a pessoa esteja preparada para o cargo e sim para uma entrevista.

12. Questões específicas As perguntas específicas que os recrutadores colocam podem acabar por ser genéricas e fáceis de responder graças à Internet .

13. Entrevistas comportamentais são ineficientes Muitas entrevistas são baseadas em situações passadas. Como lidaram com determinado acontecimento. Porém, isso não significa que as coisas aconteceram exatamente da forma como o entrevistado descreveu. É claro que ele descreverá imparcialmente e tentando beneficiar-se. Em geral, estas avaliações orais devem avaliar as qualidades do candidato e o que ele tem para contar, o que ele fez de diferente. Não estando focado em como ele resolveu certo problema.

14. Falta de projeção Os entrevistadores, em geral, focam o passado e esquecem-se que o candidato vai trabalhar no presente/futuro. É importante que os recrutadores tenham uma visão do futuro: “o que irá fazer para que a empresa cresça ainda mais?”

15. Presente e futuro Mais uma vez o problema tem a ver com os tempos. Obviamente, as empresas contratam pelo que o candidato é, mas eles esquecem-se de avaliar se ele será capaz de crescer e dar conta das atividades quando o presente virar futuro. Ou seja, novamente, falta projeção.

16. O entrevistado Normalmente, o entrevistado é diferente do entrevistador. Idade, sexo e experiência são alguns dos fatores que influenciam na empatia dele com o candidato à vaga. A tendência é que os entrevistadores ajam como “psicólogos” diante do candidato e façam julgamentos erróneos.

17. Preconceito Alguns entrevistadores deixam-se influenciar por preconceitos/estereótipos e tomam decisões não-profissionais.

18. Entrevistadores não são treinados É quase um senso-comum que entrevistadores não precisam de ser treinados. Além do mais, profissionais de RH não têm uma formação específica.

19. Decisões arbitrárias Muitos profissionais de RH criam fatores subjetivos para dispensar um candidato. Isso tira a oportunidade de profissionais qualificados e essas decisões são normalmente baseadas num preconceito.

20. Cansaço do entrevistador Depois de muitas entrevistas, os recrutadores ficam cansados e, portanto, os seus poderes de julgamento enfraquecem.

21. Estrutura Quanto menos estrutura tiver a entrevista, menos credibilidade terá. O facto de ela ser feita da mesma forma em quase todos os países pode prejudicar a escolha, já que as culturas locais variam.

22. Horários A hora do dia em que foi feita a entrevista pode variar a eficiência da escolha. Um recrutador que já tenha realizado 5 entrevistas avaliará de forma diferente do que outro que tenha tido um intervalo.

23. A duração O período de tempo dedicado ao candidato também pode ser um indicador da eficácia da decisão. O mundo corporativo não permite que o recrutador tenha uma conversa muito longa com o candidato. Consequentemente, o entrevistador tem que tomar decisões baseadas nas primeiras impressões.

24. A ordem Infelizmente, se és o primeiro na fila das entrevistas, a tua chance de ser contratado é bem menor do que se estivesses em último. A ordem em que te encontras influencia a tua contratação.

25. Lugar Até o lugar pode influenciar positiva e negativamente na performance do candidato. Por exemplo, entrevistas de almoço ou por skype produzem resultados diferentes.
Postado por : Jacqueline Boldino
Baseado no site:

Comentado por Jacqueline Boldino:
Entrevistas de emprego e dinâmicas são motivo de muitas dúvidas de grande parte das pessoas que se candidatam a uma vaga de emprego. Essas práticas comuns também são unanimidade quando o assunto é causar ansiedade e nervosismo. Nesses quesitos, pessoas com e sem deficiência provavelmente devem empatar.

Vale lembrar que alguns detalhes podem significar seu sucesso ou fracasso em uma entrevista de emprego. Nesse momento tão importante, além do seu conhecimento, as roupas que você veste na hora da seleção, o perfume ou mesmo uma frase dita de forma errada podem representar o ponto final naquele processo de seleção.

Entrevista com um Profissional na área de RH




Entrevistada :Tânia Lucia Rocha da Silva
Data de nascimento  : 19/03/1974
Desde que ano é formada na área  : 12/2009 na Universidade Uninove  no curso de Gestão de Recursos Humanos.

Atualmente trabalhar na empresa: Transportadora  Local Frio , Atuando na área como Analista de Recursos Humanos Junior. 
Site da empresa que trabalha: WWW.LOCALFRIO.COM.BR

Perguntas  ?
1.      1.  Por que você  escolheu essa profissão ?
R:   Bem não foi uma escolha , foi por acaso que entrei  na profissão . Eu trabalhava em uma empresa como operadora de telemarketing com vendas, Quando tive problemas com minhas cordas vocais, eu era uma ótima funcionária minha supervisora não queria me mandar embora, então verificou em outros setores da empresa  se tinha outra área que podia trabalhar. Então ela me chamou e falou que tinha vaga no (Departamento Pessoal) eu aceitei a proposta de trabalhar lá. A cada dia fui gostando de trabalhar na área, minha  gestora vendo que eu estava me interessando . Falou que tinha programa na empresa que pagava a metade da faculdade, eu fui indicada e me formei  em Gestão de Recursos Humanos, gosto de trabalhar mais na área operacional do que na Administrativa.

1.      2. Quais  dicas você daria para quem pensa em trabalhar na área de RH?
R:  Ser  Paciente,  Humana, Psicóloga Tratar bem o colaborador . Entender o problema e resolver o mais rápido possível o problema dele.  E se for algo que não sabe e procurar saber e passar para o colaborador que vai verificar e manda a resposta para o colaborador. E quando falar que vai entrar em contato com o colaborador.  Entra em contato cumpre o que falou.
Eu  trabalho com solicitação de beneficio e teve um dia que  já tinha depositado o dinheiro no banco para o vale refeição, quando chegou no dia não estava disponível o beneficio quando os colaboradores veio no RH, então fui bem paciente e acalmei os colaboradores e fui verificar o que ocorreu . Quando liguei ocorreu o problema  na Administradora do  Beneficio e foi tudo resolvido.
Relatou um ocorrido que teve no final do ano de 2013, tem momentos que temos que ser Psicólogo  forte e Frio . O mais novo funcionário que tinha sido efetivado com 18 anos Faleceu . Eu que tive que entrar em contato com a família para dar entrada nos tramites do seguro de vida do colaborador. 

1.     3.  Como você avalia o seu desenvolvimento profissional até o presente momento?  
        R:   Aprendendo muito a cada dia com o RH,muitas leis que muda, sempre atenta com as leis do trabalho CLT, aprendendo muito como lidar com as pessoas.

PPostado por :Jacqueline Boldino
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