quinta-feira, 8 de maio de 2014

 

Rh Qualidade de Vida



Qualidade de vida: um investimento com retorno para empresa e colaboradores.


Todos os dias, milhões de trabalhadores deparam-se com uma realidade nada fácil. Antes mesmo de saírem de suas casas para chegarem às empresas, precisam lidar com as mais diversas situações: resolver problemas relacionados com à educação dos filhos, lidar com questões pessoais e até mesmo usar de extrema paciência para vencer o trânsito caótico. Resultado: quando chega à organização, o profissional precisa estar "inteiro" e dedicar seu dia a assuntos relacionados ao trabalho. E como ninguém é de ferro, as empresas têm buscado ajudar seus colaboradores nessa jornada diária, instituindo ações direcionadas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho.

Um desses exemplos pode ser visto na Leroy Merlim - empresa de origem francesa que atua no segmento de materiais de construção, decoração, jardinagem e bricolagem. Com 31 lojas e cerca de sete mil profissionais, somente no Brasil, a companhia resolveu dar um basta ao estresse e instituiu em 2013 seu Programa de Qualidade de Vida. A iniciativa tem como principal objetivo promover o bem-estar e desenvolver um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, favorecendo a integração entre os colaboradores e a família, aumentando a satisfação pessoal no ambiente de trabalho e conscientizando sobre como a saúde está diretamente relacionada à qualidade e à produtividade no trabalho.

De acordo com Marcelo Rossi, gerente de Remuneração e Benefícios da Leroy Merlin, a ação começou com um projeto piloto na Loja Lar Center, em São Paulo, e devido aos bons resultados, será extensivo ás demais unidades da companhia a partir de março de 2014. "Área de Remuneração e Benefícios é a responsável pelo programa, mas é importante ressaltar que foi formado um comitê multidisciplinar para a implantação. Esse comitê é constituído pela área médica, outros colaboradores do departamento de Recursos Humanos, colaboradores de diversos setores da loja e uma equipe da consultoria Admix", explica Rossi.

Comunicação Interna - Para divulgar o Programa de Qualidade de Vida, a Leroy Merlin realizou uma campanha de comunicação interna junto aos colaboradores, que se iniciou um mês antes da implantação da iniciativa. As informações chegaram aos colaboradores através teasers, cartazes e animação vinda da liderança da própria loja. Durante a semana de implantação do Programa de Qualidade de Vida, estimulou-se a participação dos colaboradores, através de uma peça teatral itinerante que percorreu todos os setores da loja.

Os Pilares - O Programa de Qualidade de Vida da Leroy Merlin está baseado em dois pilares: saúde e jornada de trabalho. "No pilar da saúde, realizamos um check-up onde o colaborador passa por uma série de exames médicos onde será avaliado: colesterol, glicemia, IMC - índice de massa corporal, pressão arterial e avaliação nutricional. O colaborador preenche um formulário onde informa dados de sua saúde física e mental que são encaminhados para análise médica. Com base nos resultados dos exames e do relatório a saúde, o colaborador é monitorado, para que ele faça os acompanhamentos necessários", comenta o gerente de Remuneração e Benefício, ao acrescentar que também foi realizado acompanhamento da saúde bucal dos participantes, através de palestras e testes.

Vale salientar, ainda, que todos os exames foram realizados na própria loja, sem que houvesse a necessidade de deslocar os colaboradores para laboratórios. Outro fato relevante é que a empresa promoveu palestras sobre o consumo de uma alimentação mais saudável. Marcelo Rossi cita que como a adesão dos colaboradores ao programa foi muito positiva, atingindo uma margem superior a 80% do público interno, a empresa sorteou uma viagem para um final de semana, com direito a acompanhante, com todas as despesas pagas - transporte, hospedagem e alimentação.

"Por se tratar de um programa inovador e único em todo varejo, a receptividade do programa por parte dos colaboradores tem sido excelente. Os colaboradores se sentem encorajados a mudar seus hábitos e estilos de vida. Utilizamos como mecanismos para mensurar os resultados relatórios emitidos pelas operadoras de saúde e odonto. Também trabalhamos com base nos relatórios gerenciais internos que pontuam fatores como absenteísmo, estabilidade, produtividade e o índice de sinistralidade do plano de saúde", sintetiza Marcelo Rossi, ao acrescentar que o segundo pilar do programa - Jornada de Trabalho - em algumas lojas, encontra-se em fase de teste.

Benefícios - Ao ser questionado sobre os benefícios gerados pelo Programa de Qualidade de Vida, o gerente de Remuneração e Benefício comenta que através de depoimentos colhidos na Loja Lar Center, a empresa percebeu que a iniciativa proporcionou melhoria no clima organizacional, melhora da saúde do colaborador e, através de relatórios gerenciais, a produtividade da loja aumentou nos meses subsequentes à implantação, elevando o número das vendas.

Marcelo Rossi enfatiza que os colaboradores podem contribuir com o programa, apresentando sugestões de melhorias. Essas, por sua vez, são filtradas pela área de Recursos Humanos e, se viáveis, poderão ser incluídas na iniciativa. "Com a implantação do Programa de Qualidade de Vida na Leroy Merlin Brasil, assumimos o compromisso de ser um diferencial no mercado varejista. Com esse diferencial temos o objetivo de reter e motivar nossos colaboradores, além de atrair novos candidatos para um ambiente de trabalho totalmente diferenciado do praticado pelo mercado", conclui.

Conclusão : É muito importante  ter a consciência de que os funcionários precisam de uma qualidade de vida mesmo dentro da empresa , afinal um funcionário satisfeito , bem de saúde que sabe que pode contar com a empresa não só em aspectos profissionais é um funcionário mais dedicado que com certeza vai ter mais dedicação de desenvolver seu trabalho .




www.rh.com.br





 

 

Postado por : Suélen Roberta

O mercado valoriza quem sabe liderar !


A liderança estratégica e motivacional é uma das ferramentas cada vez mais importantes dentro do contexto organizacional e administrativo de uma empresa porque evidencia uma necessidade premente no que diz respeito ao bem-estar do colaborador. Liderar com estratégias gestoras assegura o incentivo ao colaborador para que ele possa manifestar suas ideias e sugestões em prol do crescimento e do fortalecimento da própria empresa.


Não existem regras predeterminadas que imponham condições específicas sobre que metodologias devem ser aplicadas por um líder, cabendo observar que ser líder é diferente de ser chefe.


Quando se exerce um cargo de chefia normalmente se tem como proposta a busca de resultados. Mas, o mercado atual, bem mais moderno, dinâmico e exigente, busca profissionais que sejam diferenciados e não estejam apenas preocupados com resultados. Nesse contexto está inserida a importância de um chefe que também saiba liderar, levando em conta que a concretização dos resultados depende do rendimento de uma equipe, que precisa estar motivada, movida por métodos estratégicos que possam oferecer subsídios diferenciados, capazes de manter essa mesma equipe sempre disposta e integrada na busca dos resultados.


Ser chefe é mais cômodo para quem exerce tal função, ao passo que ser líder exige muito mais, principalmente porque um líder se envolve diretamente nas atividades e não apenas distribui as tarefas. Um líder sempre está junto com a sua equipe, motivando-a e orientando-a para que os resultados sejam alcançados, não como uma obrigação, mas como um novo desafio a ser enfrentado e superado, com a satisfação de todos ao final de cada projeto. Na atualidade, o mercado de trabalho já não oferece muito espaço para quem se preocupa apenas em chefiar, mas tem valorizado quem, além de chefiar, apresenta habilidades de liderança.


Na verdade, é preciso saber chefiar, mas muito mais importante é saber liderar. Um líder sabe conduzir sua equipe com diplomacia, valorizando cada um dos integrantes, sempre disposto a ouvir as ideias e sugestões e a analisá-las. Um líder sabe admitir quando está equivocado, consciente de que não é dono da verdade, porque saber ouvir é uma demonstração de sabedoria, porque mais aprende quem ouve do que quem fala.


Portanto, é fundamental que os profissionais da área de Recursos Humanos estejam sempre muito atentos quanto à grande responsabilidade que representa o papel de um chefe na evolução empresarial, tendo em vista que o colaborador há muito deixou de constar entre as despesas para ser incluído como patrimônio de uma empresa.


Conclusão: Cada dia fica claro que o profissional não pode se acomoda , as organizações querem sempre coisas novas e com os chefe das empresas não é diferente , hoje as empresas buscam alguém completo tanto para chefiar quanto para liderar , quanto mais próximo o chefe estiver de seus colaboradores, conhecendo e sabendo como lidar com cada funcionário mais fácil será para ele e para organização de alcançar seus objetivos .


Por Chagas Pereira
http://www.rh.com.br/Portal/Liderança







 


Postado por : Suélen Roberta

  6 práticas de RH que sua empresa precisa ter


Para especialistas, o pequeno empresário pode se inspirar em práticas adotadas em grandes corporações e replicá-las, de acordo com a sua realidade.


Contratar as pessoas certas, reter talentos e engajar os funcionários não são tarefas fáceis. Para Suely Nunes Carneiro Mioto, consultora do Sebrae-SP, o interesse dos pequenos empresários para melhorar as práticas na gestão de pessoas tem aumentado. "Desde a contratação das pessoas, eles podem adotar práticas de grandes empresas", diz.




Pode ser financeiramente impossível para uma pequena empresa manter uma área de recursos humanos, mas o empresário pode se inspirar em práticas adotadas em grandes corporações e replicá-las, de acordo com a sua realidade. "Para ter uma boa gestão de pessoas não precisa ter ferramentas sofisticadas", afirma Fernando Dias, diretor da área de consultoria da Career Center.


Uma das principais vantagens ao implementar novas medidas é estruturar o negócio para crescer. "A empresa consegue ter uma fotografia de seus colaboradores, quem tem performance boa, mediana e quem não tem. E identificar pontos que podem ser melhorados", explica Tatiana Zeilmann, consultora executiva da consultoria De Bernt Entschev Human Capital. Vejas outras medidas que podem ser replicadas no seu negócio.


1. Integre os funcionários


Muitas vezes, a contratação de um novo colaborador é feita às pressas e devido à correria, nem sempre há tempo para integrar o funcionário na equipe. "Grandes empresas fazem um ou três meses de integração. No caso de uma PME( pequena media empresa), ela deve fazer a apresentação para a equipe de trabalho, mencionar quais são os valores e o que é praticado no dia a dia. Uma pequena atitude como essa já ajuda na integração e no desenvolvimento de um novo funcionário", explica Suely.


Ao pular essa etapa, a consultora afirma que fica mais difícil para o empreendedor reter ou atrair talentos.


2. Invista tempo para o treinamento


O atendimento pode ser crucial e o diferencial para que uma pequena empresa se destaque entre os seus concorrentes. Por isso, Dias ressalta a importância do papel do empresário no momento da contratação e treinamento. "O empresário precisa parar e pensar o que ele quer para ele e para o seu negócio. Ele não precisa ter sofisticação, mas orientar o que ele quer para as pessoas e comentar os comportamentos que ele espera", explica.


Ao pular essa etapa, a consultora afirma que fica mais difícil para o empreendedor reter ou atrair talentos.


3. Planeje reuniões


Por ser uma pequena empresa, o empreendedor tem a impressão de que toda a equipe está a par dos resultados ou mudanças. "É importante ter um alinhamento. Marcar uma reunião com o assunto da pauta, para que as pessoas já levem suas contribuições e exista um momento produtivo", explica Suely.


Ouvir a equipe tem um significado muito grande por conta da participação do funcionário. "Às vezes, não fica muito claro para as pessoas se elas fizeram um trabalho bom ou ruim. É preciso dar um feedback com referências mais objetivas", explica Dias.


4. Crie um padrão de avaliação


Estabelecer um processo de avaliação ajudará o pequeno empresário na hora de reconhecer ou promover um funcionário. "É importante mostrar os pontos que precisam ser desenvolvidos, identificar os potenciais talentos e ajudar o funcionário que não tem um bom desempenho", ensina Tatiana.


"Dê algum prêmio para quem se destacou, pode ser financeiro ou não, um dia de folga, por exemplo. Assim, você está mostrando que aquele é o comportamento esperado", explica Dias.


5. Seja criativo


A área de recursos humanos de algumas grandes empresas grandes planeja treinamentos, campanhas voltadas para a parte social, sustentabilidade, processos motivacionais, café da manhã com o presidente, entre outros eventos. Segundo Tatiana, as PMEs também podem fazer isso, adaptando de acordo com o tamanho da sua equipe.


Para Suely, o empresário deve buscar benefícios que possam interessar aos seus funcionários. "Ele pode fazer parcerias com academias ou salões de beleza. É olhar para o colaborador e verificar o perfil da equipe", explica.


6. Faça uma pesquisa de clima


Um instrumento que grandes empresas utilizam e que o pequeno empresário pode adotar é uma pesquisa de clima para saber como o colaborador avalia o ambiente do trabalho. "Mas, primeiro tem que agir com outras ações, amadurecer profissionalmente e fortalecer a liderança dele", recomenda Suely.


Há empresas no mercado que fazem esse tipo de consultoria e o resultado da pesquisa pode nortear outras ações necessárias para melhorar a gestão do negócio.




http://exame.abril.com.br/








Postado por: Suélen Roberta


Liderança e Motivação - Como alcançar uma Motivação Empresarial?



A Motivação ESTA ligada diretamente AO Comportamento Humano e e desencadeada POR Meio de Estímulos Opaco nn levam a alcançar OS nossos Objetivos. No entanto, um Pessoal Motivação E, mas PODE Ser Feita POR Meio de ações Coletivas Opaco despertam PESSOAS capazes de satisfazer SUAS Necessidades parágrafo obtenção de Objetivos e Resultados.
O Ser motivado E Capaz de ultrapassar e Superar OS SEUS Limites. No Ambiente corporativo, como PESSOAS devem ter Motivos parágrafo colocarem à Mostra Todas SUAS POTENCIALIDADES como. E Quanto Maior o Motivo, Maior Serao como Realizações, POR ISSO UMA Organização Opaco necessite de Retorno positivo e pelo Lucro DEVE INVESTIR na propagação da Motivação los Seu micro Ambiente.
Lideres OS n Mercado Contemporâneo ganham O Espaço Que da as antes DOS Eram intitulados "chefes", capazes somente de ordenar e nao Coordenar SEUS Colaboradores. O forte Envolvimento Entre Líderes e colaboradores POR Meio de Motivação e Empenho culmina na obtenção de Objetivos. Segundo Idalberto Chiavenato (autor brasileiro e respeitado na área de Administração e RH), "a Liderança E necessaria los de Todos os TIPOS de Organização Humana, principalmente NAS Empresas e los CADA UM de SEUS Departamentos".

Os principais Passos parágrafo obter Motivação Empresarial e Como alcançá-los

O micro Ambiente UO o clima interno de UMA Empresa ESTA Ligado, diretamente, EAo Fatores Que da motivam SEUS Colaboradores. Alguns dos principais Passos par se obter e desencadear ESTA Motivação ajudam diretamente a desenvolver e Reconstruir o Seu Ambiente. Motivações Como Trabalho desafiante, reconhecimento POR desempenho bom, Crescimento interno, Perspectivas Progressos parágrafos Futuros, Realizações e ótimas Relações interpessoais afetam significativamente como Organizações.
O treinador da Ajuda um Formar Líderes capazes de propagar com maestria Todas como motivações necessárias, parágrafo Opaco como Organizações alcancem OS SEUS Objetivos Financeiros, Ajudando na Formação de Colaboradores POR Meio de superações e Alcance de Objetivos SEUS.

Postagem: Tainara Ribeiro

Por que o Atendimento sempre é tão ruim?



Para responder isso, é importante entender melhor o que é “Atendimento”. Comumente se ouve que o Atendimento é o Call Center da empresa. Isso é um enorme engano estratégico. Ao pensar assim, você está restringindo a responsabilidade de atender o cliente a uma única área.
Atendimento é a execução total do serviço que o cliente contratou. Desde o desenho até sua performance, uso e manutenção. Você pode ter muitas outras definições, mas esta é a definição que o cliente usa na prática. Atendimento e produto se misturam, queira você ou não. Um produto excelente mas com atendimento ruim, é um produto ruim na ótica do seu cliente.
Fica claro que toda a empresa é responsável pelo desenho e funcionamento do serviço. Entretanto, a maioria das empresas se exime da responsabilidade de atender ao cliente. Elas colocam no meio do diálogo um imenso Call Center.
Não digo que o problema seja a existência do Call Center, mas o fato de que grande parte do que faz com que os clientes entrem em contato esteja fora do poder de atuação dessa área. E na falta de ter o poder de resolução consigo, o Call Center acaba tratando os assuntos superficialmente, ou armazenando-os para serem processados por outra área que tenha o poder adequado.
Novamente, o problema não é o Call Center servir de intermediário, mas sim que a prioridade destes pedidos repassados a outras áreas acaba sendo sobreposta pelas prioridades específicas de cada uma.
Agora, porque é tão comum ouvir que a grande maioria dos atendimentos é ruim? Vejamos melhor as pesquisas de satisfação.
Certamente você já viu pesquisas no estilo “Você está satisfeito com nosso atendimento?”. É uma pergunta clara, que ajudaria esta empresa a melhorar seu atendimento, não acha? Infelizmente não é bem assim.
O problema é que os clientes satisfeitos com o conjunto todo do serviço dará uma nota “ok” a estas perguntas, mas o cliente insatisfeito com apenas um dos muitos componentes responderá sempre “não” a este tipo de pergunta.
Além disso, ocorre um outro efeito que aumenta a distorção das pesquisas de satisfação. As empresas que recebem as respostas cometem mais um ciclo de distorções em cima, assumindo que já sabem o motivo das notas ruins de atendimento. O mais comum é querer melhorar o treinamento dos operadores, ou a demora nas filas.
 Pense como se você fosse o cliente. Se você está insatisfeito com o preço, o que você responderia em uma pesquisa de satisfação? E se você está cansado pela performance do serviço? Ou se não entende como configurá-lo? Frequentemente você responderia que não está satisfeito com o atendimento.
Temos então 2 erros que se somam. O erro na pergunta, em que o cliente junta vários fundamentos do serviço e chama isso de “Atendimento”, e o erro na análise, onde a empresa assume que já sabe as causas do atendimento mal avaliado.
Fica agora mais claro porque existe essa sensação genérica de que o atendimento é cronicamente ruim na maioria das empresas. O ponto é que isso é um sintoma de problemas mais profundos na empresa. E como é no atendimento que ocorre o choque entre a realidade do serviço e a expectativa dos clientes, esse atrito gera um calor mais focado nessa área.
E como é no atendimento que ocorre o choque entre a realidade do serviço e a expectativa dos clientes, esse atrito gera um calor mais focado nessa área.
E enquanto existirem tantas empresas que não percebem que o Atendimento é uma das grandes responsabilidades em comum de todas as áreas, as poucas empresas que perceberem isso, e de fato se organizarem sob esse princípio, despontarão como sendo especiais sob o ponto de vista do cliente.
 
Francisco Zapata - Consultor Executivo de Estratégia de Atendimento e é autor do blog www.atendimentofantastico.com, onde escreve a respeito do atendimento como novo diferencial estratégico na nova economia.

Comentário de Gabriela: Em um cenário em que, cada vez mais, as empresas disputam pela preferência de um mesmo cliente, a qualidade no atendimento se tornou fundamental.
Os clientes se tornaram mais exigentes e conscientes não só de seus direitos, como também dos “mimos” que deverão receber para prestigiar uma empresa com sua preferência.